O que levará uma câmara cada vez mais endividada a insistir e até a promover a atribuição de subsídios? Como compreender a ausência de hierarquização, de prioridades e de critérios objectivos de mérito na atribuição de subsídios, num contexto em que existem redes sociais que deveriam ser conhecidas e trabalhadas em conjunto? Que interesse público existirá na “subsidiodependência” e na individualização da intervenção social? Porque se negligencia a avaliação dos projectos subsidiados, sendo esse factor um dos indicadores essenciais da viabilidade das instituições?