As questões ligadas à falta de água, no Algarve, estão na ordem do dia. Multiplicam-se as estratégias para minimizar o problema, com maior ou menor impacto ambiental e com maior ou menor preocupação económica ou de justiça social. A urgente aposta na regulamentação do consumo, sobretudo na agricultura intensiva e no turismo, e a necessidade de assegurar a sustentabilidade ambiental ou a acessibilidade como bem público são de longe as principais preocupações. (veja no interior o desenvolvimento do artigo)