retratos de olhão

A VERDADEIRA INCLUSÃO SOCIAL EXIGE POLÍTICAS  DE DESENVOLVIMENTO LOCAL E A PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO. JÁ BASTA DE ASSISTENCIALISMO E DE ABANDONO!!!

REABILITAR O PATRIMÓNIO E OS MODOS DE VIDA TRADICIONAIS SIGNIFICA MAIS EMPREGO, INCLUSÃO E MELHOR ECONOMIA LOCAL. JÁ BASTA DE PASSIVIDADE E DE ABANDONO!!!

PROMOVER A PESCA TRADICIONAL E A SALINICULTURA SIGNIFICA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA.

PRESERVAR A RIA É UM LEGADO DECISIVO PARA O FUTURO DE OLHÃO .

NÃO HÁ LUGAR PARA A NEGLIGÊNCIA !

A gestão da água pela empresa municipal Ambiolhão, criada pela Câmara  Municipal de Olhão, tornou-se um negócio chorudo, em detrimento daquele que deveria ser o seu propósito essencial - a satisfação das necessidades básicas dos munícipes.

Saiba porquê...  

A ÁGUA É UM BEM ESSENCIAL E NÃO DEVE SER UM NEGÓCIO.

Opinião

Lamentável que tantos organizadores, apresentadores, comentadores, tudo tão inteligente, tão in e prá’frentex, tenham olimpicamente ignorado o colonialismo e os crimes israelitas, mesmo nas barbas dos assassinatos que, na fúria do momento, estão despudoradamente a cometer sobre as martirizadas populações aprisionadas na faixa de Gaza. O pacóvio deslumbramento de quem pensa que também é gente só porque, lá de longe em longe, os donos disto tudo lhe dão um ossinho a roer, para que eles possam continuar a abancar-se com o porco do dinheiro e do poder, também ajudou bem a esta cegueira indesculpável.

É necessário, investir mais na melhoria dos serviços públicos e na promoção de uma cultura politica virada para a cidadania.  Exigir a manutenção do sector da água no Estado. Criar condições para o envolvimento e auscultação das populações, técnicos e empresários no processo de revisão do PDM que se avizinha. Lutarmos, pela  descentralização administrativa de competências para as autarquias que não ponham em causa as obrigações sociais do Estado  e um tratamento igual para todos os cidadãos, independente do município onde vivam e pela criação de novos mecanismos para que as assembleias municipais sejam capazes de poder cumprir a sua função fiscalizadora da actividade municipal. E retomar o processo de discussão da reorganização das freguesias, consultando as populações, através do referendo local.