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EM QUELFES, UM VOTO DE CONFIANÇA

Num cenário de crescentes restrições financeiras e de carência de recursos, a actividade do poder local deve ser desenvolvida por uma equipa com vontade, conhecimento, criatividade e rigor na gestão do dinheiro público.

A política e os políticos existem para servir as populações, encontrando soluções para os seus problemas, e não o contrário. O nosso programa eleitoral tem propostas concretas que vão de encontro às necessidades de todos os cidadãos.

Asseguramos que tudo faremos, com honestidade e competência, para que a melhoria da qualidade de vida seja sentida e reconhecida por TODOS.

A equipa que concorreu à Junta de Freguesia de Quelfes nas últimas eleições Autárquicas utiliza um Blog para colocar todo o trabalho que tem vindo a desenvolver nos últimos 4 anos. 

Opinião

Lamentável que tantos organizadores, apresentadores, comentadores, tudo tão inteligente, tão in e prá’frentex, tenham olimpicamente ignorado o colonialismo e os crimes israelitas, mesmo nas barbas dos assassinatos que, na fúria do momento, estão despudoradamente a cometer sobre as martirizadas populações aprisionadas na faixa de Gaza. O pacóvio deslumbramento de quem pensa que também é gente só porque, lá de longe em longe, os donos disto tudo lhe dão um ossinho a roer, para que eles possam continuar a abancar-se com o porco do dinheiro e do poder, também ajudou bem a esta cegueira indesculpável.

É necessário, investir mais na melhoria dos serviços públicos e na promoção de uma cultura politica virada para a cidadania.  Exigir a manutenção do sector da água no Estado. Criar condições para o envolvimento e auscultação das populações, técnicos e empresários no processo de revisão do PDM que se avizinha. Lutarmos, pela  descentralização administrativa de competências para as autarquias que não ponham em causa as obrigações sociais do Estado  e um tratamento igual para todos os cidadãos, independente do município onde vivam e pela criação de novos mecanismos para que as assembleias municipais sejam capazes de poder cumprir a sua função fiscalizadora da actividade municipal. E retomar o processo de discussão da reorganização das freguesias, consultando as populações, através do referendo local.