Share |

Opinião

Foi vice-rei e agora é rei e rei quererá ser! (...) quer deixar marca – daí que o cognome seja o marcador. O Mandato que é reinado, o concelho que é feudo, o futuro que é visão divina de capricho e epopeia, o poder que é a corte e a embaixada mercantil de privilégio régio, os outros que são os súbditos, os vassalos ou os conspiradores das bombas, os viveiros, os resorts, as marinas e os hotéis que são os castelos e as coutadas, a postura que é a verdade absoluta de inspiração divina, superior, acolchoada no berço, nos secretismos iluminados e nos golpes palacianos de toda a estratégia e propaganda... (ver desenvolvimento no interior da página)

Artigo publicado no blog a contradição em 25 de maio de 2017.

A democracia é algo que se conquista, mas é um trabalho sempre inacabado, um caminho ainda por percorrer, um exercício permanente de vigilância e de defesa dos direitos conquistados.

Esperar-se-ia que vinda esta intervenção de uma das bancadas da oposição, esta se centrasse na enumeração de obras públicas, grandes e pequenas que ficaram por fazer, ou no enunciado exaustivo de apoios a grupos e coletividades que não foram concretizados, certamente que tal não seria tarefa difícil. Mas a divergência política vai muito além das listas de obras feitas ou por fazer, de subsídios distribuídos ou não distribuídos. A nossa divergência com a coligação que tem governado o concelho é tanto no campo das ideias como no das práticas.

Combater a abstenção é dar continuidade à democracia, o voto é a arma democrática de todo um povo, de todas e de todos a partir dos 18 anos de idade. É preciso que a sociedade e os poderes políticos façam mais pelos jovens, incentivando-os a irem votar e a participar na política, o mesmo sucedendo em relação a todos aqueles que deixaram de votar. 

Portugal precisa de propostas para recuperar o sentido de serviço público na ação política. Propostas que formule um novo horizonte para Portugal: um país soberano, aberto ao mundo, exigente na sua democracia, profundamente solidário, respeitador do ambiente natural, preocupado com a qualidade de vida dos seus cidadãos.

Que, assim sendo, os donos das fortunas, não são os seus verdadeiros donos porque as herdaram de quem roubou aos donos originais ou à natureza, as terras e as matérias; ou que criaram ou acrescentaram essas fortunas retendo para si e para o seu negócio os produtos resultantes do trabalho alheio.

Artigo publicado no blog a contradição em 1 de março de 2017.

Temos novos desafios, a descentralização, procurar alternativas à monocultura da turismo, Ambiente, educação, saúde, a gestão de uma divida monstruosa que vai permanecer, por mais de duas décadas, o que resta dela mal dá para assegurar os mínimos, de manutenção das infraestruturas, espaços públicos entre outros.

  Esta é uma candidatura de esquerda, popular e socialista e que apresenta 3 grandes objetivos: enfrentar com êxito um situacionismo pantanoso de 41 anos de existência sob a batuta do Partido Socialista; contribuir para a derrota de um populismo de direita que não olhará a meios para se afirmar; e alterar o rumo que tem grassado na Câmara nos últimos anos, sem receio e com determinação, de forma a que a cidade e todo o concelho pertençam a todos os cidadãos. Portimão também é gente!

Artigo publicado no blog a contradição em 29 de janeiro de 2017.

Declaração política proferida por Carlos Cabrita, Deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Silves, no âmbito do debate sobre o Estado do Município de Silves. 30 de janeiro de 2017.

Os responsáveis políticos que teimam em defender um erro crasso indefensável no Algarve, de facto, navegam num mar agitado e tenebroso de uma grande irresponsabilidade. E continuam a enganar a região e as suas populações.

Artigo publicado no Jornal do Algarve no dia 19 de janeiro de 2017.

A ideia óbvia para caminhar e chegar a uma paz mundial é pôr fim às guerras em curso e o não desencadeamento de novos conflitos. Também é óbvio que se está muito longe de alcançar estes objectivos. Mas quem queira alguma vez alcançá-los tem que os levantar – hoje – com toda a determinação e persistência. Artigo publicado no blog a contradição em 3 de janeiro de 2017.

É mais acertado manter-se a táctica de apresentação de candidaturas próprias, libertas de concessões e omissões prévias que impediriam a defesa e o comprometimento com propostas realmente alternativas para enfrentar os graves problemas locais, em luta por uma gestão autárquica oposta ao rumo político que a generalidade dos executivos camarários tem seguido até hoje. Artigo publicado no blog a contradição em 8 de dezembro de 2016.

O poder do sistema e dos 1% ri satisfeito e alimenta as rivalidades dos candidatos porque sabe que quanto mais o eleitorado nelas se entretiver mais ele dorme descansado.

Artigo publicado no blog a contradição em 8 de novembro de 2016.

A proteção, conservação e valorização da Ria Formosa não é incompatível com uma ocupação humana controlada, regulada e responsável, pois complementam-se num equilíbrio necessário e sustentável.

Declaração política proferida por João Vasconcelos, Deputado do Bloco de Esquerda Eleito pela Algarve, na Assembleia da República em 29 de setembro de 2016.

Artigo publicado no blog a contradição em 20 de julho de 2016.

Artigo publicado no blog a contradição em 20 de junho de 2016.

 

Artigo publicado no blog a contradição em 20 de maio de 2016.

A democracia faz hoje 42 anos.

Um jovem que tenha terminado os seus estudos superiores aos 22 anos de idade pode nunca ter tido um emprego razoável nos vinte anos da sua vida profissional.

O Vosso tanque General, é um carro forte

Derruba uma floresta esmaga cem

Homens,

Mas tem um defeito

– Precisa de um motorista.

O vosso bombardeiro, general

É poderoso:

Voa mais depressa que a tempestade

E transporta mais carga que um elefante

Mas tem um defeito

– Precisa de um piloto.

O homem, meu general, é muito útil:

Sabe voar, e sabe matar

Mas tem um defeito

– Sabe pensar.

Só há liberdade a sério quando houver 

Liberdade de mudar e decidir 

quando pertencer ao povo o que o povo produzir

Os que o somos. No “Ocidente”, como nos povos em fuga, são todos os de baixo, explorados, conscientes ou não dessa exploração. Cá e lá, mais alguns outros, menos ou quase nada explorados, mas conscientes e indignados pela cada vez maior iniquidade do desgoverno capitalista. Diz-se, 99% da população mundial. Talvez 90%, numa visão mais realista. Ainda assim, a esmagadora maioria, porém tremendamente longe de o seu número ser a sua força.

O turismo é essencial para a economia do Algarve e para as suas populações. A exploração de hidrocarbonetos coloca em causa essa fonte de rendimento e de emprego na região. A exploração offshore irá criar dificuldades à atividade piscatória, não só pelas áreas que as plataformas possam ocupar, como pelas áreas de segurança que serão estabelecidas. A pequena pesca começa a ficar bastante condicionada pelas áreas ocupadas pelas aquaculturas offshore e a combinação destes dois tipos de exploração irá criar sérios entraves à rentabilidade das unidades de pesca. Artigo publicado em Jornal do Algarve a 14 de abril de 2016.